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terça-feira, 22 de março de 2016

Na Perto/Digicom os salários diminuem

22/03/2016
Os trabalhadores da Perto/Digicom estão sofrendo na pele os reflexos de ter uma direção sindical omissa e pelega que não está nem aí pra nada.
A empresa aumentou os descontos no contra-cheque, retirou definitivamente o café da manhã, intensifica as demissões e nem se fala no tal do PPR. Tudo isso acontece e os pelegos que estão no sindicato não fazem nenhum movimento que possa reverter essa situação
O salário pago por essa empresa é uma vergonha. Está na hora dos trabalhadores perderem a paciência com esses pelegos do sindicato e a empresa e agirem, entrem em contato com a Oposição Metalúrgica e vamos mudar todos juntos essa realidade.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O lado escuro da Força

Reportagem publicada na revista Veja sobre a corrupção, desvio de dinheiro público e enriquecimento ilícito dos principais líderes da Força Sindical,

A atual direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, também faz parte da Força Sindical.

Para baixar a reportagem em PDF clique aqui.






Fonte: Revista Veja. Edição 2061. Ano 41 - nº20


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A oposição segue firme para junto com os metalúrgicos derrotar os pelegos e retomar o sindicato para os trabalhadores

27/01/2016

Para mudar essa situação em que os que hoje estão no Sindicato dizem amém para os patrões, é necessário ampliar a Oposição que segue firme na luta para que o Sindicato seja dos trabalhadores. Muitos companheiros revoltados contra os pelegos pensam em se desfiliar do Sindicato, mas essa atitude é tudo o que a pelegada e os patrões querem, pois quanto menos sindicalizados, mais fácil fica para os pelegos manter tudo como está e ficarem lá no Sindicato aceitando o ataque aos direitos dos metalúrgicos.
Para tirarmos essa diretoria pelega precisamos que os trabalhadores continuem sócios e mais companheiros se sindicalizem e juntos fortalecer a Oposição.
No final de 2014, os pelegos que estão no Sindicato junto com a Força Sindical realizaram mais uma eleição fajuta, fizeram de tudo para impedir que a Oposição registrasse a Chapa e muitos trabalhadores nem ficaram sabendo dessa eleição. É hora de transformar a revolta em movimento, se junte à Oposição Metalúrgica, para juntos retomarmos o Sindicato para os trabalhadores.
Se junte a nós, vamos fortalecer a luta para ter um Sindicato que organize as lutas e as greves contra os ataques dos patrões e por melhores salários, contra as demissões, por nenhum direito a menos.


O sindicato dos metalúrgicos de Gravataí precisa estar com os trabalhadores

Somos a Oposição Metalúrgica e juntos com a Intersindical, uma organização que reúne Sindicatos e Oposições de luta em todas as regiões do país, estamos na luta para que o Sindicato dos Metalúrgicos seja um instrumento de defesa dos trabalhadores.
Trabalhamos em várias fábricas metalúrgicas de Gravataí e não desistimos de organizar a Oposição para derrotar os pelegos da Força Sindical, central que está no Sindicato e foi criada na década de 90 com o objetivo de ser parceira dos patrões.
Nosso principal objetivo é organizar os trabalhadores no local de trabalho e retomar o Sindicato para ampliar a luta pela manutenção e ampliação dos direitos. Para enfrentar os ataques dos patrões que reduzem salários, impõem o banco de horas, dão calote no PPR é fundamental termos o Sindicato para organizar a luta contra esses ataques. 
O Sindicato deve ser um instrumento de resistência e de luta dos trabalhadores e deve estar nas mãos dos trabalhadores. Por isso é necessário fortalecer a Oposição e termos uma CHAPA para derrotar os pelegos que ainda estão no Sindicato.
Os pelegos que hoje estão no Sindicato sabem que os metalúrgicos não os reconhecem como seus representantes, por isso fazem de tudo para tentar impedir que a Chapa de Oposição participe das eleições. Mudaram o Estatuto sem a participação da categoria para dificultar ainda mais a inscrição da Chapa de Oposição e a eleição de 2014 por exemplo, ainda está no Judiciário por causa das irregularidades que os pelegos fizeram para se manterem a qualquer custo no Sindicato.
Nós não desistimos e estamos junto com os metalúrgicos, sabemos dos problemas que os companheiros enfrentam dentro das fábricas e denunciamos os ataques dos patrões em nossos Jornais, como também nos órgãos de fiscalização como o Ministério Público do Trabalho e o mais importante seguimos trabalhando para ampliar a Oposição para que o Sindicato seja dos trabalhadores. Se você ainda não é sindicalizado, fique sócio o quanto antes e vamos juntos lutar para ter o Sindicato nas mãos dos trabalhadores.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Inflação da cesta básica dos últimos 12 meses foi de 14,09%

Segundo o IEPE (Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas) o custo da cesta básica nos últimos 12 meses aumentou 14,09%, e a inflação na região metropolitana de Porto Alegre nos últimos 12 meses foi de: 12,43%. Segundo o INPC (índice oficial usado pelo governo calculado pelo IBGE) a inflação para o mesmo período foi de 10,4%.

A inflação é calculada a partir de uma longa lista de produtos, mas se pegarmos alguns produtos, por exemplo, carne, energia elétrica, gasolina, habitação e frutas, veremos que a inflação destes produtos ficou bem acima da média.

Isso significa que a correção da inflação nos nossos salários depende de quais produtos nossa família mais consome. E portanto pode ficar bem acima dos 12,43%.

Ou seja, se o reajuste salarial for de 12,43% poderemos não continuar comprando as mesmas coisas no mercado na hora de fazer o rancho.
Ou continuaremos comprando, às custas de se endividar no cartão de crédito e cheque especial (o que também deveria ser incluído no reajuste salarial, já que é feito só 1 vez por ano).

Na realidade mesmo se não tivermos nenhum aumento real,  para não termos nenhuma perda salarial nossos reajustes teriam que ser mensais, a cada contra-cheque.

sábado, 31 de outubro de 2015

Perto: Campeã de PPR baixo

Como já é de costume, neste ano a Perto/Digicon pagou o PPR mais baixo do Distrito Industrial de Gravataí. Nesse ano, a empresa tinha avisado que iria pagar R$ 618,00, mas quem mais recebeu foi em torno de R$ 400,00. O sindipelego disse que iria conseguir uns R$ 2 mil. Mas a empresa não aceitou, e o sindicato colocou o rabinho entre as pernas e nunca mais falou sobre o assunto.

Perto: Catracas só para os outros


Nov/2015

A Perto/Digicon produz catracas e não disponibiliza para a entrada dos trabalhadores. Atualmente, são APENAS 2 catracas para os homens (que são a maioria gritante) e outras 2 para as mulheres. Quando ocorre o sorteio do "apito", as catracas trancam e os trabalhadores, após longa jornada de trabalho, têm quem ficar na chuva esperando a liberação.

Perto: Reajuste Falcatrua e Paralisação Falcatrua

Nov/2015
Os trabalhadores tiveram seus salários reajustados em 6%. Ao mesmo tempo, a parte que os trabalhadores pagam pelo transporte aumentou; antes eram 8 centavos e, agora, representa 4% do salário total no mês. A parte da alimentação, que era poucos centavos por mês hoje passou a ser R$ 0,90 por dia. Ou seja, o reajuste dado pela empresa foi tirado por ela mesma por meio dos descontos. Na prática, não teve reajuste nenhum.

Devido a essa situação, o sindicato pelego chamou paralisação, que foi somente o tempo do café, o que não forçou a empresa a nada! Mesmo assim, a empresa demitiu a maioria dos trabalhadores que participou da mobilização.

sábado, 15 de agosto de 2015

Campanha Salarial: sindicato quer negociar reajuste MENOR que a inflação!

11/08/2015

A direção que está hoje no Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí segue defendendo os interesses das empresas. Começaram a Campanha Salarial de 2015 com o rabo entre as pernas, nem sua assembléia de faz de conta nem seu jornal falam nada sobre o mais importante para nós - o valor do reajuste, e nos corredores falam em 10%!!

Na verdade, o sindicato nem tem proposta de aumento, como de costume, eles vão aceitar o que os patrões quiserem! Já faz meses que pagamos mais por luz, água, aluguel, cesta básica, gasolina etc. A inflação já está em 11,37% na região metropolitana ou seja, não vai existir aumento real. E essas migalhas que nem repõem a inflação, ainda vão vir em duas parcelas: quando recebermos a segunda os preços já terão aumentado de novo e estaremos mais endividados.

As empresas demitem e não aumentam o salário porque dizem que estão em crise. O estado está cortando direitos para salvar as empresas da crise. O sindicato diz que temos que aceitar qualquer coisa para não ficarmos desempregados. Mas que crise é esta se a GM, por exemplo, 302% a mais nos últimos 3 meses???

Essa é a realidade das empresas de Gravataí: se demitem de um lado contratam de outro. Se fecham uma linha aqui, abrem outra lá. Eles estão festejando os lucros que só tiram do nosso trabalho e usam esse discursinho de crise para demitir e contratar trabalhadores com salários menores e terceirizados em piores condições de trabalho.

Nessa hora não adianta ter medo e nem baixar a cabeça. A melhor maneira de nos defender é avançar na luta por nenhum direito a menos e por aumento real. Assim como na Usiminas-MG os trabalhadores organizados com a Intersindical votaram contra a proposta da empresa de reduzir em 15% os salários, nós aqui também podemos nos organizar para derrubar a direção pelega deste sindicato que fica defendendo o patrão. Vamos fazer um sindicato dos trabalhadores nos organizando para lutar, porque é a única forma de defender nossos direitos e nossos interesses. Entre em contato com a Oposição Sindical Metalúrgica.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Inflação no RS nos últimos 12 meses e o nosso reajuste salarial


Segundo o IEPE (Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas), a inflação na região metropolitana de Porto Alegre nos últimos 12 meses foi de: 11,37%. Segundo o INPC (índice oficial do governo calculado pelo IBGE) a inflação para o mesmo período foi de 10,4%.

A inflação é calculada a partir de uma longa lista de produtos, mas se pegarmos alguns produtos, por exemplo, carne, energia elétrica, gasolina, habitação e frutas, veremos que a inflação destes produtos ficou bem acima da média.

Isso significa que a correção da inflação nos nossos salários depende de quais produtos nossa família mais consome. E portanto pode ficar bem acima dos 11,37%.

Ou seja, se o reajuste salarial for de 11,37% não poderemos continuar comprando as mesmas coisas no mercado na hora de fazer o rancho.
Ou continuaremos comprando, às custas de se endividar no cartão de crédito e cheque especial (o que também deveria ser incluído no reajuste salarial, já que é feito só 1 vez por ano).

Na realidade mesmo se não tivermos nenhum aumento real,  para não termos nenhuma perda salarial nossos reajustes teriam que ser mensais, a cada contra-cheque.

Produtos acima da inflação média Inflação (12 meses)
Alimentação e Bebidas (em geral) 11,39%
Aipim 40,28%
Tomate 40,87%
Cebola 196,98%
Achocolatado em pó e chocolate 11,80%
Frutas (em geral) 27,43%
Carnes: costela 22,81% (!!!)
Carnes: músculo 28,96%
Carnes: peito 26,43%
Carnes: contra-filé 23,09%
Salsicha 16,06%
Lingüiça (salsichão) 12,26%
Mortadela 14,16%
Queijo 13,52%
Patê 21,35%
Habitação 20,85%
Energia elétrica 63,61%
Gasolina 16,31%
Cinema 14,71%
Jogos de azer (loteria) 47,50%
Creche 14,11%

Denúncia: Digicon/Perto

12/08/2015

A Digicon/Perto contínua pagando um dos piores salários de Gravataí, obrigando seus funcionários a trabalhar mais de 44h semanais, fazendo cerão para receber um salário que dê para sobreviver. E isso quando a empresa quer, já que agora estão cortando o cerão.

O mais estranho é que a receita líquida da Digicon é duas vezes maior que a da Arteb (sistemista da GM), mas mesmo assim o PPR 10 vezes menor.

É vergonhoso uma empresa que tem um faturamento de mais de 300 milhões não pagar um salário decente para seus funcionários! É absurdo o trabalhador depender de cerão pra sobreviver!


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A campanha salarial dos pelegos é igual à lesma com cãibra!


Mais devagar seria impossível a campanha salarial dos metalúrgicos, sendo que não poderíamos esperar algo diferente dos pelegos do sindicato.
Muitos empresários já tinham pago o INPC do mês de setembro antecipadamente e, por ver a falta de representatividade da diretoria do sindicato, rebaixou ainda mais sua primeira proposta que era de 8%, significa que mais uma vez os empresários comandam a campanha salarial dos metalúrgicos de Gravataí. Infelizmente a diretoria do sindicato não organizou nenhuma resistência aos desejos patronais, pelo contrário, inclusive fez o discurso da crise do patrão.
 A eleição do sindicato está chegando, está na hora dos companheiros sindicalizados se somarem a oposição, ajudar a construir a chapa de oposição e derrubar essa turma que nada faz pela categoria!

 Entre em contato conosco e vamos demonstrar nas urnas nossa insatisfação!

domingo, 10 de agosto de 2014

Perto/Digicon: Falta segurança e melhores salários

O grupo Digicon nos últimos anos ampliou o mercado externo, ampliou a fábrica em Gravataí. Dizem que gastaram um milhão de reais em estrutura anti-incêndio, no entanto no dia 23 de julho houve um principio de incêndio e nem sequer água saiu das mangueiras. Na Perto/Digicon a única coisa que aumenta é o lucro do patrão e a indignação dos trabalhadores com os baixos salários e a esmola do PPR que a empresa paga.

O sindicato pelego pra tentar enganar os trabalhadores foi pra frente da empresa com caminhão de som chamar os trabalhadores pra greve pra aumentar o PPR depois que a empresa já tinha entregado os contracheques ridículos. Um sindicato de luta de verdade tem que estar sempre a disposição dos trabalhadores pra lutar por aumento de salário, por condições de trabalho.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Digicon-Perto: PLR está sendo a farra dos patrôes


No jornal da semana passada denunciamos a miséria do PLR da empresa, que não passava de R$ 570,00. Mas o pior viria depois, com o dia do pagamento, 17 de junho, onde vários trabalhadores receberam de R$ 340,00 a R$ 70,00. Uma vergonha, já que essa empresa é uma das únicas no ramo de caixas eletrônicos de autoatendimento e vários outros produtos de ponta no mercado.
O PPR deve ser desvinculado de metas, deve sim ser vinculado ao lucro bruto da empresa, sendo que é na exploração da força de trabalho que o patrão enriquece cada vez mais!
Além do mais pagam um salário medíocre de R$ 4,43/hora, que não dá nem para pagar as contas de casa. O único aumento é de 7% (além do dissídio que não cobre a inflação) quando o peão chega aos nove meses de empresa e depois só os escolhidos dos chefes que recebem algum aumento.
Também existem setores onde os trabalhadores estão expostos a riscos como calor intenso, barulho infernal, cofres pesados que podem cair da esteira colocando a saúde e a vida do trabalhador em risco e a empresa não paga insalubridade ou periculosidade.
O trabalhador para poder pagar o mínimo de suas contas, tem que apelar para hora extra toda semana, ocasionando mais problemas de stress e doenças decorridas pela intensa carga de trabalho.
O sindicato quando aparece na frente da empresa é só para ficar tagarelando no microfone e não toma nenhuma atitude em relação aos problemas dos trabalhadores, e quando é chamada pra resolver algum problema só faz acordo que beneficia o patrão e a própria pelegada.
A saída para os metalúrgicos da Perto e de Gravataí é se organizar para lutar contra o patrão e tirar os pelegos do sindicato. Entre em contato com a oposição metalúrgica da Intersindical.

sábado, 13 de março de 2010

DIGICON / PERTO

AUMENTO SALARIAL JÁ!

Enquanto o patrão enche a guaiaca de dinheiro o peão fica penando com os míseros centavos que restam de suas obrigações familiares, pois o salário é tão ruim que não sobra nem para entretenimento com seus filhos.

Está na hora do patrão ser pressionado contra o arrocho salarial, pois dinheiro eles têm, o que falta é na fábrica começarmos a pressão.

Cada cofre sai em média R$ 40.000 e cada caixa eletrônico R$ 20.000,isso significa que eles estão lucrando e muito a nossas custas. Quantas peças além dessas máquinas nós fabricamos aqui e não temos nenhum reconhecimento. Nem a PLR é levada a sério pela empresa que não realiza as eleições como deveria, pois só é candidato à comissão, quem o RH indicar. Também não comunica a que pé andam as propostas de pagamento da PLR. Claro que a proposta da empresa é enrolar os trabalhadores o quanto der para poder lucrar ainda mais.

Além disso, a direção do sindicato finge que coordena o processo do PLR com a empresa, aceitando o critério estabelecido pelo RH de boicotar a participação dos trabalhadores de fábrica no processo eleitoral para formação da comissão. É pior que omissão, é conivência.




CADÊ A PARTICIPAÇÃO DOS LUCROS?

Já se passaram meses e não há nenhuma discussão de participação dos lucros aqui na Digicon/Perto. Aliás o próprio Sindicato distribuiu um boletim sobre a PPR da Digicon/Perto em Agosto que não passou por aqui e sim, em outras fábricas, ou seja , falando de um assunto que nos interessa, mas em locais que não tem nada a ver conosco.

Provavelmente porque a comissão de negociação é composta por colegas dos setores de VENDAS,PCP,ENGª E COMPRAS, sem nenhum companheiro(A) do chão de fábrica.

Além disso, a diretoria do Sindicato relatou no tal boletim que:
”O SINDICATO IRÁ DESENVOLVER UM PROCESSO SISTEMÁTICO DE INFORMAÇÃO AOS TRABALHADORES DURANTE TODA A NEGOCIAÇÃO”.

Nós só queremos saber onde está esse processo de informação que nenhum trabalhador da Digicon/Perto sabe de nada, já que somente houve uma comunicação do RH que o PPR será de no máximo R$ 400,00 mas com um detalhe: que o trabalhador não pode ter atestado, faltas e ausência por estar com auxilio do INSS. Portanto, o patrão inventa para não pagar tal mixaria.
Exigimos um PPR decente para os trabalhadores da Digicon/Perto, que seja realmente relacionado com os grandes lucros que a empresa vem acumulando.

Quando é para produzir e gerar a riqueza o trabalhador é chamado de COLABORADOR, mas na hora de dividir os valores conquistados passamos a ser INCONVENIENTES.

O patrão só entende a linguagem do dinheiro, portanto vamos nos prepara para fazer doer no bolso dele se continuar a insistir em sua postura MESQUINHA.






EQUIPARAÇÃO SALARIAL NO SETOR DE SOLDA E OUTROS!

Chega a ser cômico o que o gerente de produção faz na área de solda: simplesmente ele coloca alguns companheiros novos ganhando um salário muito maior e ignora os que já estavam realizando o trabalho há muito tempo.

Significa que os que seguraram o rojão há tempos dentro da fábrica não estão sendo valorizados por esse camarada ,ALÉM DAS OUTRA PESSOAS QUE SÃO OPERADORES DE MÁQUINAS QUE ESTÃO COM SALÁRIOS DIFERENCIADOS. A panela de pressão vai EXPLODIR e com a ajuda das trapalhadas administrativas.


Queremos equiparação salarial, sem lero-lero, pois quem produz quer ser valorizado.




ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES OU DO PATRÃO?

Não pode se dizer que um local onde se paga uma mensalidade de R$ 7,00 no contra cheque e mais as taxas de aluguel para festas de R$ 300,00 , R$ 25,00 e R$ 30,00 p/ não sócio(quadra de futsal), seja do trabalhador. Ainda mais com eleições que são de portas fechadas e uma copa terceirizada.

Queremos uma associação que seja realmente dos trabalhadores e não do Patrão, que faz suas vontades e não consulta ninguém. Queremos democracia no espaço de entretenimento do trabalhador.







O BIG BROTHER DO PATRÃO CONTINUA!


Para tirar as câmeras de vigilância que estão dentro da fábrica os trabalhadores terão que dizer CHEGA DE ASSÉDIO MORAL! Não podemos aceitar a balela de que essas câmeras são para segurança patrimonial, pois se elas estivessem fora da fábrica até poderia ser, mas na produção só tem um objetivo: controlar todo o processo fabril e a tua vida.
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