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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Para defender o emprego, os direitos e garantir o aumento salarial é preciso continuar a luta!



Veja abaixo o jornal distribuído pela Oposição Metalúrgica de Gravataí no CIAG, nas fábricas do Distrito Industrial e demais empresas nesta 4ª e 5ª feiras (23 e 24/01/2019). Tem texto sobre a retirada dos direitos dos trabalhadores que o Governo Bolsonaro e o capital quer denunciar; sobre a ameaça da direção da GM em tirar suas fábricas da América Latina e denúncias dos trabalhadores das empresas.


Também lembramos que até Abril/2019 deverá ter eleição para a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí. Este é o momento em que podemos botar essa direção pelega, que entrega nossos direitos e faz acordo com o patrão, pra correr. NÃO SE DESFILIE do sindicato, pois apenas os SÓCIOS poderão votar. Entre em contato com a Oposição Metalúrgica e vamos tomar o sindicato para as mãos dos trabalhadores!

CLIQUE AQUI para baixar o jornal no seu computador ou no celular













quarta-feira, 21 de março de 2018

GM: o fantasma da contratação por prazo determinado


Março/2018  As últimas contratações da GM estão se dando por contrato temporário de 10 meses. Então quem foi contratado no último período já entrou sabendo a data da sua demissão: no máximo, pode ser prorrogado por mais 10 meses e só. 


A GM controla o sindicato e, assim, faz o que quer com a peãozada. A direção pelega do sindicato, por sua vez, baixa as calças para a GM nos acordos e assembleias, todo mundo sabe. E assim é que nós que ficamos a "ver navios".

Como? Como em 2017, em que a atual direção do sindicato ajudou a botar na guilhotina a cabeça dos novos contratados; e também os mais antigos, que podem ser demitidos para dar lugar a contratações temporárias.


Essa modalidade de contrato é parte do plano da empresa, em que:
# Precariza ainda mais as condições de trabalho, tornando o trabalho ainda mais desumano;
# Visa reduzir salários e aumentar a rotatividade;
# Não tem garantia nenhuma de emprego;
# Não paga multa rescisória;
# Não paga aviso prévio;
# O trabalhador perde o acesso ao seguro-desemprego


Nós, trabalhadores organizados na Oposição Metalúrgica, somos totalmente contra o contrato temporário ou qualquer tipo de acordo que flexibilize direitos. Os contratos temporários devem mudar para contratos sem prazo para terminar.

Vamos dizer um basta às contratações temporárias!



Cadê a Campanha Salarial?


Ano passado, GM/Sistemistas fizeram um Acordo Coletivo para tirar dinheiro do nosso bolso. Este ano vamos produzir MUITO MAIS carros e receber MENOS DE PPR

Também não terá reajuste salarial, nem da inflação dos últimos 12 meses!

Esse golpe da GM/Sistemistas só foi possível porque a direção do sindicato assinou o Acordo Coletivo em nosso nome, enquanto os trabalhadores queriam fazer greve e o sindicato saiu negociando pelas costas.


* Panfleto da Oposição Metalúrgica de Março de 2018

Perto/Digicon: Força Sindical entrega a cabeça dos trabalhadores para os patrões


Março/2018  Em 2016, a Perto/Digicon aumentou os descontos da alimentação e do transporte nos contracheques e nos devolveu parte disso num PPR mixuruca, que nem cobriu os valores que descontou dos salários. Em 2017, a “economia” que a empresa fez com nossos salários e PPR baixo pagou boa parte das reformas em infraestrutura, nos pisos, banheiros etc. E agora em 2018 segue aumentando as metas, nossos salários sem reajuste decente, a Reforma Trabalhista sendo implementada no chão de fábrica e a atual direção do sindicato sem fazer nada contra os patrões!

A Força Sindical, central sindical a que o Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí é filiado, participou das negociações das reformas Trabalhista e da Previdência com o Governo Temer. Então nem espere que eles lutem contra a implementação das reformas, pois a pelegada já vem aceitando há tempos a retirada dos nossos direitos. Sindicato de luta defende os direitos dos trabalhadores e não dos patrões!

A Oposição Metalúrgica e os sindicatos da Intersindical são contra as reformas e a retirada de direitos!


Aumentam metas e assédio moral na Perto/Digicon


As metas estão aumentando na Perto/Digicon, provando que não está em crise! Aumentou a pressão e o assédio moral sobre os trabalhadores. As metas absurdas  provocam acidentes e o aumento de doenças físicas e mentais (estresse, depressão, ansiedade). Tudo isso sem reajuste decente de salário! Assim, terminamos esgotados do trabalho, doentes e sem poder pagar as contas.

Precisamos nos organizar com nossos colegas e lutar por aumento salarial, melhores condições de trabalho e contratação de mais trabalhadores. Para isso, precisamos um sindicato que esteja do lado dos trabalhadores. Entre em contato com a Oposição para somar sua força nessa luta!


* Panfleto da Oposição Metalúrgica de Março de 2018

Jackwal decora as paredes com nosso salário


Março/2018 Tem dinheiro! Mas não tem pra pagar o que devem pra quem produz o lucro deles!

As condições de trabalho não melhoraram em nada: aqui se trabalha em locais insalubres, equipamentos e processos antigos e cheios de gambiarras pra seguir produzindo. Sem falar que nos últimos meses a empresa deixou claro que não cumpre as Leis e Normas trabalhistas quando elas são pra ajudar quem trabalha!

Ainda meteram a mão no nosso bolso pra congelar os salários porque os patrões não querem mais dar espaço pra trabalhador pedir aumento. Ainda tem a cara de pau de dizerem pra esperar pelo dissídio que os pelegos que estão no sindicato ainda dão jeito de entregar pro patrão. Como foi no último dissídio (2,01%), quando a categoria queria fazer greve e a direção pelega do sindicato amarelou e foi pro colo das empresas!

Nós, trabalhadores, deveríamos receber aumento salarial decente! Não um teto salarial que nos mantêm sempre remando de uma quinzena para outra, enquanto os patrões dão risada com o bolso cheio! Ao invés de teto salarial, queremos aumento e plano de carreira!

Pra segurar essa bronca só mesmo se organizando com os colegas mais firmes
e conversando com a Oposição pra nós tomar o sindicato pras mãos dos trabalhadores!


* Panfleto da Oposição Metalúrgica de Março de 2018
 

PRODUTIVIDADE é a única preocupação da Mundial!


Março/2018  A empresa pouco se importa com a saúde dos trabalhadores no chão de fábrica, quer é produzir e lucrar cada vez mais e, pra isso, faz pressão física e psicológica nos trabalhadores e nas trabalhadoras. Estamos adoecendo no chão de fábrica e nem sequer contamos com o suporte médico da empresa, que tem o plano de saúde mais caro do distrito industrial de Gravataí.
    

Além de toda a cobrança por produtividade, na saída do turno os trabalhadores têm que passar por detector de metal. Depois de um dia inteiro de trabalho, em que deixamos todo nosso esforço e nossa saúde em troca de um salário miserável, somos submetidos a detector de metal, pois a Mundial S/A tem medo de que levemos algo de dentro da empresa. Na verdade, é a empresa que embolsa grande parte do dia de trabalho de cada trabalhador.

Para avançarmos em direitos e  melhores condições de trabalho,
vamos nos organizar e lutar. Junte-se à Oposição Metalúrgica!




* Panfleto da Oposição Metalúrgica de Março/2018

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Por apoio à Odebrecht em greve, Paulinho da Força pegou R$ 1 milhão

Delatores apontaram que líder da Força Sindical e presidente do Solidariedade recebeu o valor em duas parcelas

De Estadão

















Paulinho da Força. Foto: Nilton Fukuda/Estadão.

     O ministro do STF Edson Fachin determinou a abertura de inquérito contra o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, por ter recebido R$ 1 milhão em recursos não contabilizados da Odebrecht nas eleições de 2014. O líder da Força Sindical, que tinha o codinome ‘Forte’ na planilha da propina da empreiteira, teria recebido o pagamento por apoio à Odebrecht em função da greve ocorrida na Embraport, em Santos, e da invasão à sede do grupo empresarial em 2013.
     Os delatores Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, e Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, apontado como o líder do Departamento da Propina da empreiteira, identificaram o repasse de R$ 1 milhão, feito em duas parcelas, pelo setor de Operações Estruturadas do Grupo.
     Em 2013, estivadores e operários portuários fizeram uma série de protestos contra a MP dos Portos, que pretendia ampliar investimentos e modernizar o setor no País. Na época, a Empresa Brasileira de Terminais Portuário (Embraport), que pertence à Odebrecht TransPort, foi um dos alvos dos trabalhadores, que chegaram a invadir um navio chinês que estava atracado no terminal em Santos (SP).
     Para a Procuradoria-Geral da República, há indícios de que os recursos foram proveniente de propina e por isso há a suspeita de corrupção passiva por parte do deputado e presidente nacional do Solidariedade.

Fonte: Estadão.com.br

terça-feira, 11 de abril de 2017

Força Sindical faz acordo que retira direitos dos trabalhadores da GM de São Caetano

25/02/2017

"Ficou acertado que em 2018 não haverá reajuste pelo índice da inflação, mas será pago um abono de R$ 4 mil, que não será incorporado aos salários. Para este ano já estava acertado 70% de repasse da inflação e abono de R$ 3 mil.
Novos contratados terão direito a estabilidade de emprego apenas por um ano caso adquiram doenças profissionais. (...)
O porcentual de adicional noturno, atualmente de 30%, será reduzido gradualmente até 2020, quando passará a ser de 20%. Para novos funcionários, já valerá o índice menor.  (...)
Outro acerto foi em relação ao pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), estabelecido em R$ 12 mil para este ano caso seja atingida 100% da meta de produção, ainda a ser definida. “A proposta foi aprovada quase por unanimidade”, informou Nunes. (...)
O sindicalista disse que a montadora não deu detalhes sobre o novo investimento, mas informou que a fábrica passará por ampla reforma. “Será uma nova fábrica dentro da atual para receber a nova linha de produtos.” Hoje, a planta produz os modelos Cobalt, Spin, Montana e uma versão do Ônix, automóvel mais vendido no mercado.
A fábrica de São Caetano emprega cerca de 9 mil trabalhadores, mas o acordo vale apenas para os cerca de 6 mil operários da produção."

(Fonte: Trechos copiados do jornal O Estado de São Paulo: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,apos-acordo-que-reduz-direitos-gm-garante-investimento-no-abc,70001679265 )
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