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segunda-feira, 22 de março de 2021

2021 começa com trabalhadores adoecendo e morrendo de COVID-19 nas fábricas



Março/ 2021 - Apesar de os trabalhadores serem infectados e estarem morrendo pelo COVID-19 (neste mês, uma trabalhadora da TDK e outra da cozinha da MUNDIAL vieram a falecer em decorrência do COVID), as direções das fábricas fingem que nada está acontecendo e nos obrigam a continuar trabalhando aglomerados dentro da empresa. Especialistas da saúde alertam que a situação tende a piorar, porque as novas variantes do vírus são muito mais transmissíveis e letais. Os hospitais estão superlotados. Quem ficar doente não terá o atendimento adequado. É inaceitável continuarmos trabalhando nessas condições, correndo altíssimo risco de vida!

# PARAR AS FÁBRICAS PARA NÃO MORRERMOS DE COVID!

#
ESTABILIDADE NO EMPREGO PARA NÃO MORRERMOS DE FOME!

#
O LUCRO DO PATRÃO NÃO DEVE ESTAR ACIMA DAS NOSSAS VIDAS!

#
VACINA PARA TODOS OS TRABALHADORES!


 

ATUAL DIREÇÃO DO SINDICATO FECHA CAMPANHA SALARIAL ABAIXO DA INFLAÇÃO E SEM RETROATIVO

A inflação oficial de 2020, segundo o IBGE, foi de 5,45%, e em 2021 a gasolina já subiu mais de 50% nas bombas, comparado a 2020. Sentimos no dia a dia que nosso salário perdeu o poder de compra.

A data-base da campanha salarial de todas as empresas metalúrgicas do Distrito Industrial de Gravataí (RS) é em Setembro. Os pelegos que estão na direção do sindicato, mais uma vez, não apareceram nas fábricas. Depois de muita pressão realizada pelos metalúrgicos da DANA, as demais empresas começaram a informar diretamente para os trabalhadores sobre o reajuste que, muitas vezes, não chegava a 3%. E tiveram empresas que deixaram para pagar só em Janeiro de 2021, cinco meses depois, sem retroativo e sem aumento real. Isso é total desrespeito com nós, trabalhadores! Temos que exigir um salário decente, afinal de contas somos nós que produzimos a riqueza e é um direito nosso um salário melhor!


PELEGOS DO SINDICATO PERMITEM BANCO DE HORAS

As horas extras já eram uma forma que favorecia mais o patrão do que o trabalhador porque, apesar de ter um retorno ao trabalhador, com as horas prolonga-se o tempo de trabalho. Mas como os salários são baixos, muitas vezes os trabalhadores usam como complemento para pagar as contas do mês.

Com o banco de horas, a situação fica ainda pior para os trabalhadores, pois agora as horas extras que são feitas não serão mais pagas em dinheiro, mas sim em dias de folga. Porém, não quando o trabalhador quer ter a folga, mas sim quando a empresa quiser.

Não devemos aceitar isso! Temos que ser contra o banco de horas porque, dessa forma, vamos nos tornar escravos dos patrões. Eles vão nos forçar a trabalhar mais e não vamos receber mais por isso!

Temos que lutar contra o banco de horas nas empresas!



Clique nos nomes das empresas abaixo para ler o jornal distribuído pela OSM nas fábricas do Distrito Industrial de Gravataí (RS) em 17 e 18 de Março:

 
PERTO/ MUNDIAL

TDK/ JACKWAL

DANA

GLOBO INOX, PANATLANTICA e RENNER



* Texto da OSM publicado em 22/03/2021



quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Campanha Salarial Distrito: Oposição denuncia reajuste zero

 


 

Nos dias 15, 21 e 22 de Outubro, a OSM (Oposição Metalúrgica) esteve nas metalúrgicas para denunciar o acordo de REAJUSTE ZERO feito pela atual direção do sindicato e as empresas.

Com pressão e luta, os trabalhadores da DANA reabriram as negociações e conseguiram antecipar 2% agora e deixar os outros 0,94% para o início de 2021 (totalizando 2,94%, inflação medida pelo INPC para a data-base 1º de Setembro) entre outras questões. CLIQUE para ver matéria sobre o DANA 

Os patrões da MUNDIAL e da JACKWAL ficaram com medo do que os operários da DANA fizeram e se anteciparam com reajustes de 2% a 2,5%.

Após a panfletagem da Oposição, a direção da PANATLANTICA anunciou reajuste salarial de 3%.

Mas as demais empresas do Distrito Industrial não se coçaram até agora! Empresas grandes e multinacionais, como a TDK e a PERTO/ DIGICON, insistem no reajuste zero aos trabalhadores.

Temos que seguir o exemplo dos trabalhadores na DANA e pressionar os patrões e a direção do sindicato. É hora de garantir o poder de compra dos nossos salários!



Clique nos nomes das empresas abaixo para ler o jornal distribuído pela OSM:

DANA

JACKWAL

PERTO/ DIGICON

DEMAIS EMPRESAS

 

 

*Matéria publicada pela OSM (Oposição Sindical Metalúrgica) em 29/10/20


 

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Campanha Salarial Distrito: diretoria do sindicato aceita reajuste zero!

 


Os patrões se aproveitam da pandemia que já matou milhares e contaminou milhões para se livrar de sua própria crise, e a receita é sempre a mesma: demissões, redução de salários, retirada de direitos. No Brasil, já são mais de 130 mil mortes e mais de 4 milhões de contaminados e essa tragédia gigantesca tem responsável: o governo Bolsonaro, que desde o início da pandemia é contra o isolamento, única forma de diminuir a contaminação pelo vírus, que não garante o devido investimento no SUS, o sistema público de saúde e fala o absurdo de que se houver uma vacina, só toma quem quiser. O governo também criou várias medidas liberando os patrões para reduzir salários, retirar direitos e continuar com as demissões.

        Na Campanha Salarial do ano passado, a atual diretoria do sindicato já tinha aceitado um Acordo sem reposição salarial e que piorou a jornada de trabalho com redução dos horários de pausa e a imposição do banco de horas no Distrito Industrial. Agora, na Campanha Salarial de 2020, mais desvalorização dos salários: os pelegos não organizaram nenhuma luta para garantir aumento salarial, proteção à saúde dos trabalhadores e aos direitos. Várias empresas metalúrgicas como a GM, MUNDIAL, DANA entre outras usaram a MP 936 do Governo Bolsonaro para reduzir os salários, retirar direitos e continuar com as demissões e, ainda, se recusaram a pagar o devido aumento salarial na data-base. A Convenção Coletiva foi renovada mantendo cláusulas que atacam direitos e a discussão sobre o reajuste salarial ficou para março de 2021, ou seja, nem as perdas já acumuladas os patrões vão pagar esse ano. E a diretoria do sindicato aceitou este acordo!

Enquanto isso, os trabalhadores ainda estão na mira do coronavírus, aglomerados nas fábricas e nos ônibus, trabalhando sem proteção, muitas vezes nem álcool gel tem.


É SÓ NA LUTA QUE VAMOS GARANTIR:

 # REPOSIÇÃO da inflação mais AUMENTO REAL de salário, repondo as perdas dos últimos 12 meses;

# REINTEGRAÇÃO dos demitidos e estabilidade no emprego;

# REALIZAÇÃO DE TESTES, afastamento dos que tiveram contato com quem adoeceu pela COVID 19, medidas de proteção à saúde e a vida dos trabalhadores;

# Manutenção e ampliação dos DIREITOS;

# FIM do banco de horas;

# Melhores CONDIÇÕES DE TRABALHO


Nenhum direito que a classe trabalhadora tem foi presente de patrão ou governo, o que temos é fruto da nossa luta e para impedir que eles acabem de vez, para garantir empregos e salários, o caminho segue sendo a luta. Ter o sindicato como instrumento de organização e luta é muito importante, por isso se junte à Oposição e vamos, juntos, fortalecer a mobilização para que o Sindicato dos Metalúrgicos seja dos trabalhadores!




             
             OSM denunciou reajuste zero aos metalúrgicos do Distrito Industrial em Gravataí (RS) em               panfletagem nas empresas nessas 5ª e 6ª feiras (17 e 18/09). INPC para a data-base da 
categoria em 1º de Setembro fechou em 2,94% (um dos dos índices de reposição da inflação)


Veja, abaixo, o jornal distribuído pela OSM (Oposição Metalúrgica) na íntegra nas principais fábricas de Gravataí (RS) nesta semana:









* Publicado pela OSM (Oposição Sindical Metalúrgica em 18/09/20


quarta-feira, 30 de outubro de 2019

GM e diretoria do sindicato mentem para os trabalhadores !!


GM e diretoria do sindicato mentem pros trabalhadores!!

Mesmo antes da Reforma Trabalhista, os pelegos que ainda estão na direção do sindicato já permitiram contratos temporários, redução de salários e aumento do tempo para chegar no teto salarial. Agora vem dizer que são contra e que forçaram a empresa a acabar com os contratos temporários?!

Pela lei n° 9601/98, é proibido renovar os contratos por mais de 2 anos, a empresa é obrigada a efetivar ou demitir. Devido essa lei é que parte dos trabalhadores será efetivado agora, e não por pressão dessa diretoria pelega pois ela não pressionou em nada. Isso não impede que sejam contratados novos temporários, apenas que a cada 2 anos eles tenham que ser efetivados ou demitidos.

 *Outro golpe: o PPR* 

O carro novo vale $40.000 a mais do que o antigo, em vez de o PPR aumentar, *recebemos um PPR menor que o do ano passado* ?

A GM oferece $7500 pra fechar em $11.000 e parecer uma vitória, mas sabemos que isso é menos do que os 2 últimos anos. Os pelegos aceitarem isso mostra que jogam junto com a empresa. Aumentam os lucros, o valor do carro, a velocidade da linha, as doenças do trabalho, as demissões... mas o PPR baixa.

Durante 2 anos de *contrato temporário* , a empresa fez o que quis com todos os trabalhadores: demissões, rebaixamento salarial, intensificação do ritmo de produção, banco de horas e trabalho aos sábados. Tudo isso com a autorização dos pelegos que hoje estão mentindo que barraram a reforma. 

É preciso ficar ALERTA!

Não há nenhuma garantia que outros trabalhadores não sejam contratados como temporários ou como intermitentes. Além disso, outros ataques estão na pauta de negociação:

  • Redução de salário, pois não repõe nem a inflação nos 2 primeiros anos; 
  • PPR rebaixado e com metas que impõe um ritmo doentio de trabalho;
  • Congelamento da política de progressão salarial por 12 meses;
  • Eliminação do último step da tabela salarial;
  • Possibilidade de novos contratos temporários;
  • Trabalho aos sábados, domingos e feriados;
  • Possibilidade de muitas demissões pois não há nenhuma garantia que todos os trabalhadores contratados serão efetivados!

Não adianta nada se dizer contra o trabalho intermitente e continuar aceitando o banco de horas, day offs e lay offs.

Outro golpe: o acordo não diz nada sobre os demais pontos que a GM ameaçou implementar no início do ano, como a terceirização, a quitação anual e jornada de 12x36! O que não constar agora no acordo coletivo, significa carta branca para a empresa implementar quando quiser.

E tem mais... Em Brasília, o Senado Federal aprovou a desumana reforma da Previdência do governo Bolsonaro, que aumenta o tempo de contribuição e a idade para aposentadoria, além de diminuir os valores que serão pagos aos trabalhadores. Patrões e governos estão juntos para fazer os trabalhadores trabalhar até morrer!

PARA BARRAR A REFORMA TRABALHISTA E A REFORMA DA PREVIDÊNCIA É PRECISO LUTAR E CONSTRUIR A GREVE GERAL. PRECISAMOS SEGUIR O EXEMPLO DOS TRABALHDORES DA GM DOS EUA E DE OUTRAS PARTES DO MUNDO

 Os trabalhadores que estão na GM dos EUA estão há 40 dias em greve. Os pelegos de lá tentam agora a todo custo encerrar a greve, mas os trabalhadores seguem paralisados Esta já é a maior greve desde 1970 nas montadoras americanas! Todo apoio aos trabalhadores que  lutam contra a empresa e os pelegos!

No Chile, as manifestações tomaram as ruas do país fazendo o Presidente recuar no aumento da tarifa de metrô. O aumento foi só o estopim das mobilizações. Desde a ditadura de Pinochet, a miséria só aumenta. Lá a Previdência Pública foi entregue para os banqueiros, através da capitalização, mesmo projeto que almeja o ministro da Economia do governo Bolsonaro aqui no Brasil.

É preciso acender agora no Brasil, o pavio da luta que se amplia por todo o mundo. Para defender a dignidade e melhores condições de vida e trabalho, não tem outro caminho que não seja a luta da classe trabalhadora!*


Publicado em 30/10/2019


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Campanha Salarial: empresas e direção do sindicato querem fechar mais um acordo rebaixado que nem repõe a inflação

Só a luta em cada local de trabalho pode trazer aumento real de salário e melhores condições de trabalho

Companheiros (as)
Mais uma vez estamos no período de campanha salarial, esse período é importantíssimo para continuarmos organizando e intensificando a luta de resistência em cada local de trabalho. Como estratégia das empresas para dividir a categoria, a campanha salarial do Complexo da GM foi separada das outras empresas.
Observamos no duro cotidiano no chão de fábrica que a exploração aumenta de maneira brutal. Isso se deve também à aprovação da Reforma Trabalhista dos patrões. As demissões vem aumentando e é cada vez maior o número de trabalhadores endividados. Isso é o resultado das ações impostas pelos Patrões e seus governos.

Patrões aumentam os lucros com o nosso adoecimento


Todos os dias algum trabalhador se acidenta ou passa mal nas metalúrgicas de Gravataí. Isso vem ocorrendo com mais frequência por causa do aumento do ritmo de produção e das más condições de trabalho.
Enquanto somos sugados e adoecemos na linha o lucro dos patrões não para de crescer! Falam que estão em crise, mas a única crise que estamos vendo é a crise no nosso bolso!

A produção e o lucro aumentaram muito! E o salário???


Nas indústrias de autopeças a previsão de faturamento para 2018 é de R$ 89,4 bilhões, o maior desde 2012. No setor de eletroeletrônicos e de máquinas e equipamentos a produção cresceu quase 20%.
Os lucros das empresas cresceram e muito! Só o salário que não aumenta!! Com esse aumento da produtividade e dos lucros, não tem desculpa por parte do patrão ou da direção do sindicato pra não ter um aumento real dos salários!
Todos lembram que ano passado nós votamos pela greve nas assembleias em várias empresas pra aumentar os salários. A direção do sindicato não apareceu mais e negociou pelas nossas costas um acordo rebaixado.


NO COMPLEXO DA GM NÃO VAI TER CAMPANHA SALARIAL

A direção do sindicato fez um acordo em 2017 pra congelar os salários por 2 anos! Ou seja, os pelegos da direção do sindicato fizeram um acordo pra DIMINUIR os salários! Pois não reajustaram nem a inflação dos últimos 2 anos que foi de 6,46%. Sem contar que cortaram o abono com a mentira de que aumentaram o PPR. Mas nós sabemos que não vivemos só de PPR!

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

DANA amplia lucros às custas da exploração dos trabalhadores

Nessa Campanha Salarial precisamos lutar por reposição das perdas salariais, aumento real e nenhum direito a menos!


Enquanto a produção e o faturamento da Dana não para de crescer, os trabalhadores vem sofrendo
seguidas perdas dos direitos e no salário. Veja o quadro abaixo, os acordos realizados entre a atual diretoria do sindicato e a empresa:

2015
- Acordo de redução de salário em 5%
- Mesmo com a redução de salários ocorreram demissões.

2016
- PPE (Programa de Proteção ao Emprego): foi dito que era necessário entra no acordo para
evitar demissões.
- Resultado: Demissões em massa e desconto no salário em até 25% para quem ficou.

2017
- Campanha salarial: 2,1% de aumento, enquanto o valor da alimentação, do aluguel, do gás,
da gasolina subiu muito mais.
- Nenhuma cláusula que dificulte a implementação da reforma trabalhista na categoria.

A campanha salarial deve ser amplamente discutida com os trabalhadores no portão da fábrica, construindo cláusulas econômicas e cláusulas sociais que recomponha o poder de comprar de nosso salário e impeça a implementação da reforma trabalhista.
Essas são algumas revindicações pelas quais devemos lutar:

Cláusulas econômicas
- Aumento real nos salários;
- Pagamento de insalubridade;
- Cesta básica;
- Creche para os filhos das trabalhadoras e dos trabalhadores;
- Plano de carreira construído junto com os trabalhadores.

Cláusulas Sociais
- Redução da jornada de trabalho sem redução de salário;
- Fim do trabalho aos sábados;
- Estabilidade até aposentadoria para os trabalhadores acidentados ou com adoecimento no trabalho;
- Não abrir possibilidade para banco de horas;
- Fim da terceirização;


Para defender nossos direitos, é necessário lutar em cada local de trabalho e eleger uma direção sindical que não abaixe a cabeça para os patrões e que tenham compromisso SOMENTE com os trabalhadores.

Enquanto o salário dos trabalhadores é congelado, empresa aumenta o valor do plano de saúde.

É um absurdo a empresa aumentar o valor das consultas e dos exames em quase 80% por que os trabalhadores estão procurando mais o plano. Mas esconde que os acidentes e adoecimentos são provocados pela pressão dos chefes por mais produção e pelas condições inadequadas de trabalho.

Cadê a diretoria do sindicato para estar junto com os trabalhadores na campanha salarial e nas
demissões da Nakata?

quarta-feira, 21 de março de 2018

GM: o fantasma da contratação por prazo determinado


Março/2018  As últimas contratações da GM estão se dando por contrato temporário de 10 meses. Então quem foi contratado no último período já entrou sabendo a data da sua demissão: no máximo, pode ser prorrogado por mais 10 meses e só. 


A GM controla o sindicato e, assim, faz o que quer com a peãozada. A direção pelega do sindicato, por sua vez, baixa as calças para a GM nos acordos e assembleias, todo mundo sabe. E assim é que nós que ficamos a "ver navios".

Como? Como em 2017, em que a atual direção do sindicato ajudou a botar na guilhotina a cabeça dos novos contratados; e também os mais antigos, que podem ser demitidos para dar lugar a contratações temporárias.


Essa modalidade de contrato é parte do plano da empresa, em que:
# Precariza ainda mais as condições de trabalho, tornando o trabalho ainda mais desumano;
# Visa reduzir salários e aumentar a rotatividade;
# Não tem garantia nenhuma de emprego;
# Não paga multa rescisória;
# Não paga aviso prévio;
# O trabalhador perde o acesso ao seguro-desemprego


Nós, trabalhadores organizados na Oposição Metalúrgica, somos totalmente contra o contrato temporário ou qualquer tipo de acordo que flexibilize direitos. Os contratos temporários devem mudar para contratos sem prazo para terminar.

Vamos dizer um basta às contratações temporárias!



Cadê a Campanha Salarial?


Ano passado, GM/Sistemistas fizeram um Acordo Coletivo para tirar dinheiro do nosso bolso. Este ano vamos produzir MUITO MAIS carros e receber MENOS DE PPR. 

Também não terá reajuste salarial, nem da inflação dos últimos 12 meses!

Esse golpe da GM/Sistemistas só foi possível porque a direção do sindicato assinou o Acordo Coletivo em nosso nome, enquanto os trabalhadores queriam fazer greve e o sindicato saiu negociando pelas costas.


* Panfleto da Oposição Metalúrgica de Março de 2018

Jackwal decora as paredes com nosso salário


Março/2018 Tem dinheiro! Mas não tem pra pagar o que devem pra quem produz o lucro deles!

As condições de trabalho não melhoraram em nada: aqui se trabalha em locais insalubres, equipamentos e processos antigos e cheios de gambiarras pra seguir produzindo. Sem falar que nos últimos meses a empresa deixou claro que não cumpre as Leis e Normas trabalhistas quando elas são pra ajudar quem trabalha!

Ainda meteram a mão no nosso bolso pra congelar os salários porque os patrões não querem mais dar espaço pra trabalhador pedir aumento. Ainda tem a cara de pau de dizerem pra esperar pelo dissídio que os pelegos que estão no sindicato ainda dão jeito de entregar pro patrão. Como foi no último dissídio (2,01%), quando a categoria queria fazer greve e a direção pelega do sindicato amarelou e foi pro colo das empresas!

Nós, trabalhadores, deveríamos receber aumento salarial decente! Não um teto salarial que nos mantêm sempre remando de uma quinzena para outra, enquanto os patrões dão risada com o bolso cheio! Ao invés de teto salarial, queremos aumento e plano de carreira!

Pra segurar essa bronca só mesmo se organizando com os colegas mais firmes
e conversando com a Oposição pra nós tomar o sindicato pras mãos dos trabalhadores!


* Panfleto da Oposição Metalúrgica de Março de 2018
 
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